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All posts by Luigi Wagner

Análise – South Park: The Fractured But Whole

Por: Luigi Wagner Ao escrever sobre South Park: The Stick of Truth, em 2014, apontei em uma definição quase indiscutível o fato daquele trabalho da Obsidian Entertainment ser, provavelmente, o uso mais acertado (ou, ao menos, mais fiel) de uma licença nos videogames até então.

Análise – Middle Earth: Shadow of War

Por: Luigi Wagner A Terra-Média, universo criado na década de 30 pelo britânico J. R. R. Tolkien com O Hobbit, se provou uma das fantasias mais populares e rentáveis para a adaptação mainstream desde que popularizou-se na literatura há quase um século. Da monumental adaptação

Análise – Observer

Por: Luigi Wagner A ficção-científica é um dos gêneros mais ricos e fascinantes que qualquer obra de ficção pode abordar. Podendo nos apresentar a futuros utópicos em que algum nível de “harmonia” foi atingido no conceito de humanidade, o gênero é também frequente e apropriadamente

Análise – Destiny 2

Por: Luigi Wagner Lançado em 2014 a uma avalanche de (justificadas) críticas, Destiny¸ primeira empreitada em uma nova propriedade intelectual pela Bungie em algum tempo (depois do estúdio ter passado anos por conta da série Halo), era um jogo que inspirava uma dose quase paradoxal

Análise – Hellblade: Senua’s Sacrifice

Por: Luigi Wagner A capacidade que temos de compreensão quanto à agonia emocional e mental daqueles que mais sofrem nessa esfera do “ser” é sincera somente até certo nível. A verdadeira angústia emocional experienciada por indivíduos atingidos pela depressão, por distúrbios de bipolaridade ou qualquer

Análise – Perception

Por: Luigi Wagner A capacidade que os games têm de nos fazer enxergar o mundo através de outros olhares é uma qualidade, até certo ponto, quase que exclusiva desta mídia. Ao nos obrigar a projetarmos nosso próprio “eu” dentro do “avatar” o qual controlamos no

Análise – Emily is Away Too

Por: Luigi Wagner Funcionando como uma espécie de cápsula do tempo no formato de um text adventure, Emily is Away, lançado ao final de 2015, era, mais do que tudo, um belíssimo experimento com a linguagem da interatividade. Estruturado basicamente nos moldes do AOL Instant

Análise – What Remains of Edith Finch

Por: Luigi Wagner Por motivos de reconciliação própria, aceitação pessoal ou mesmo conformidade, temos a tendência de nos lembrarmos daqueles que já deixaram este mundo com um expressionismo quase “engradecido” de suas personalidades e lembranças – quase que de forma romântica – embelezando até mesmo

Análise – Ghost Recon: Wildlands

Por: Luigi Wagner A Ubisoft é uma companhia que se tornou alvo de críticas constantes nestes últimos anos que se passaram – até certo nível, desmerecidamente, eu diria. Claro, como qualquer outra produtora do mercado, a publisher certamente cometeu sua boa parcela de tropeços (vide