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Análise – Furi

Furi

Furi
9.6

História

8.5/10

Jogabilidade

10.0/10

Design

10.0/10

Trilha Sonora

10.0/10

Pros

  • Controles precisos
  • Trilha sonora empolgante
  • Enredo Profundo
  • Combates frenéticos

Cons

  • Falta de upgrades
  • Alguns combates muito longos

Furi_Rider

Um design único, combate intensos, uma forte veia filosófica. Como um enorme caldeirão de boas ideias, Furi foi uma grata surpresa de 2016 e da Playstation Plus no mês de Julho.

Desenvolvido pelo estúdio independente The Game Bakers, com a arte de Takashi Okazaki – character design de Afro Samurai -, Furi é um grande jogo em um escopo pequeno. Se analisarmos apenas a camada da jogabilidade, temos um combate intenso no formato de Boss Rush, no qual o personagem principal, um silencioso samurai de cabelos brancos, enfrenta uma gama bastante diversificada de “chefões” com habilidades distintas.

Porém Furi é mais do que apenas mecânicas, oferece mais ao jogador.

Furi_Bullethell

Ele é um jogo sobre fuga, sobre dialogo, sobre observação. Em todo o tempo seus oponentes estão lhe dizendo algo, o cenário esta lhe dizendo algo, o seu companheiro – um narrador/personagem com mascara de coelho – está lhe contando fatos, lhe forçando a filosofar sobre morte, liberdade, traição etc.

E isso se reflete em suas mecânicas. Simples, limpas, quase como um corte perfeito.

Furi_Edge_Path

Dash, ataque, defesa, contra-ataque. Podemos resumir Furi dentro dessas quatro mecânicas, mas de um modo quase clinico que elas trabalham juntas tornando a jogabilidade quase que hipnótica. Os combates são frenéticos, mesclando “bullet hell” com embates físicos, e muito contra ataque.

Cada batalha contra os carcereiros, você luta pela sua sobrevivência, a diferença dos marcadores de vida entre você e seus carcereiros, e o modo como cada luta se encerra nela mesma e as técnicas utilizadas para vencer um carcereiro não funcionam em outro, tornam as batalhas dinâmicas e intensas. Não se engane Furi é divertido, porém uma experiência desafiadora.