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All posts by Luigi Wagner

Análise – Emily is Away Too






Por: Luigi Wagner Funcionando como uma espécie de cápsula do tempo no formato de um text adventure, Emily is Away, lançado ao final de 2015, era, mais do que tudo, um belíssimo experimento com a linguagem da interatividade. Estruturado basicamente nos moldes do AOL Instant

Análise – What Remains of Edith Finch






Por: Luigi Wagner Por motivos de reconciliação própria, aceitação pessoal ou mesmo conformidade, temos a tendência de nos lembrarmos daqueles que já deixaram este mundo com um expressionismo quase “engradecido” de suas personalidades e lembranças – quase que de forma romântica – embelezando até mesmo

Análise – Ghost Recon: Wildlands






Por: Luigi Wagner A Ubisoft é uma companhia que se tornou alvo de críticas constantes nestes últimos anos que se passaram – até certo nível, desmerecidamente, eu diria. Claro, como qualquer outra produtora do mercado, a publisher certamente cometeu sua boa parcela de tropeços (vide

Análise – Horizon: Zero Dawn






  Por: Luigi Wagner Capazes de nos transportar para mundos desconhecidos e completamente diferentes daquele real, os videogames – mais do que qualquer outro meio da Arte – conseguem nos imergir em universos que só seriam capazes de existir em nossa imaginação e, ao mesmo

Análise – For Honor






Por: Luigi Wagner Em cada outro ano surge um jogo que, de uma forma ou de outra, apresenta um conceito (ou uma nova versão de um) que acaba se mostrando a solução mais elegante para uma filosofia de design já comumente usada há anos. For

Uma análise do Oscar 2017: Do pior ao melhor






Por: Luigi Wagner  O Oscar nunca deve ser levado como um indicador certeiro de qualidade para a Sétima Arte. Apesar de ser o prêmio de maior destaque, provavelmente, da indústria do entretenimento como um todo, a premiação feita pela Academia de Artes e Ciências é,

Análise – Resident Evil 7: biohazard






Por: Luigi Wagner De forma resoluta, em suas primeiras horas, Resident Evil 7: biohazard transparece ser essencialmente uma versão em jogo do O Massacre da Serra Elétrica original, de 1974 – trocando a família canibal daquele filme pela quase igualmente insana família dos Bakers como

Análise – The Last Guardian






Por: Luigi Wagner Há elementos em nossas vidas aos quais decidimos prestar a devida admiração e respeito somente após estes já terem sido há muito deixados para trás. The Last Guardian, novo trabalho de Fumito Ueda, é uma obra que compreende que o início de