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All posts by Luigi Wagner

Análise – Observer

Por: Luigi Wagner A ficção-científica é um dos gêneros mais ricos e fascinantes que qualquer obra de ficção pode abordar. Podendo nos apresentar a futuros utópicos em que algum nível de “harmonia” foi atingido no conceito de humanidade, o gênero é também frequente e apropriadamente

Análise – Destiny 2

Por: Luigi Wagner Lançado em 2014 a uma avalanche de (justificadas) críticas, Destiny¸ primeira empreitada em uma nova propriedade intelectual pela Bungie em algum tempo (depois do estúdio ter passado anos por conta da série Halo), era um jogo que inspirava uma dose quase paradoxal

Análise – Hellblade: Senua’s Sacrifice

Por: Luigi Wagner A capacidade que temos de compreensão quanto à agonia emocional e mental daqueles que mais sofrem nessa esfera do “ser” é sincera somente até certo nível. A verdadeira angústia emocional experienciada por indivíduos atingidos pela depressão, por distúrbios de bipolaridade ou qualquer

Análise – Perception

Por: Luigi Wagner A capacidade que os games têm de nos fazer enxergar o mundo através de outros olhares é uma qualidade, até certo ponto, quase que exclusiva desta mídia. Ao nos obrigar a projetarmos nosso próprio “eu” dentro do “avatar” o qual controlamos no

Análise – Emily is Away Too

Por: Luigi Wagner Funcionando como uma espécie de cápsula do tempo no formato de um text adventure, Emily is Away, lançado ao final de 2015, era, mais do que tudo, um belíssimo experimento com a linguagem da interatividade. Estruturado basicamente nos moldes do AOL Instant

Análise – What Remains of Edith Finch

Por: Luigi Wagner Por motivos de reconciliação própria, aceitação pessoal ou mesmo conformidade, temos a tendência de nos lembrarmos daqueles que já deixaram este mundo com um expressionismo quase “engradecido” de suas personalidades e lembranças – quase que de forma romântica – embelezando até mesmo

Análise – Ghost Recon: Wildlands

Por: Luigi Wagner A Ubisoft é uma companhia que se tornou alvo de críticas constantes nestes últimos anos que se passaram – até certo nível, desmerecidamente, eu diria. Claro, como qualquer outra produtora do mercado, a publisher certamente cometeu sua boa parcela de tropeços (vide

Análise – Horizon: Zero Dawn

  Por: Luigi Wagner Capazes de nos transportar para mundos desconhecidos e completamente diferentes daquele real, os videogames – mais do que qualquer outro meio da Arte – conseguem nos imergir em universos que só seriam capazes de existir em nossa imaginação e, ao mesmo

Análise – For Honor

Por: Luigi Wagner Em cada outro ano surge um jogo que, de uma forma ou de outra, apresenta um conceito (ou uma nova versão de um) que acaba se mostrando a solução mais elegante para uma filosofia de design já comumente usada há anos. For