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Prévia: ESL One Cologne 2016

COLOGNE 2016

Enfim chegamos a mais um major de Counter Strike: Global Offensive. Entre os dias 05 – 10 de julho acontece em Colônia na Alemanha o segundo torneio do ano patrocinado pela Valve, levando $1.000.000,00 de premiação.

Tendo em vista tal especialidade de torneio, e grupos tão parelhos, decidimos compartilhar nossos palpites em nossa tradicional prévia (não que sirva de base para apostas).

O Brasil será representado pela SK Gaming, ex-Luminosity atual campeã do major que busca o sonho de levantar mais uma taça, para isso terá de passar pelo grupo da morte até conseguir vaga nas finais que acontecem na icônica LANXESS Arena. Para saber todos os horários dos jogos e demais informações clique aqui.

LANXESS Arena

LANXESS Arena palco das finais do major | Foto: HLTV

GRUPO A

Gambit

Mihail “Dosia” Stolyarov
Dmitry “hooch” Bogdanov
Rustem “mou” Telepov
Ivan “spaze” Obrezhan
Dauren “AdreN” Kystaubayev

A Gambit  surpreendeu todos no classificatório para a ESL One Cologne 2016, vencendo a Optic, EnVyUs e G2, além de um bom jogo contra a FaZe.

A entrada do jovem Ivan “spaze” Obrezhan depois da saída duvidosa de Jan “wayLander” Rahkonen, fez com que equipe mudasse sua cara. A Gambit causa estranheza por sua hegemonia em presenciais, e péssimos resultados online, contra equipes bem abaixo de seu nível, fazendo que se torne uma forte candidata a surpreender novamente, igual fez em Columbus.

mou - gambit

O cazaque Rustem “mou” Telepov é o grande destaque e aposta da equipe para o major | Foto: HLTV

O grande destaque da equipe é o cazaque Rustem “mou” Telepov que é o líder de estatísticas recentes da equipe. Seu compatriota, Dauren “AdreN” Kystaubayev também vem em bom momento, levando a Gambit a vitória em jogos importantes. O quinteto ainda conta com a soberba liderança de Mihail “Dosia” Stolyarov, que já chegou ás quartas de final três vezes.

O maior problema da equipe é justamente a super dependência de Rustem “mou” Telepov, o que acaba sobrecarregando o jogador. O jovem Ivan “spaze” Obrezhan ainda tem que provar muita coisa para a torcida e Mihail “Dosia” Stolyarov serve mais como líder espiritual do que um jogador que desequilibrará durante a competição.

Dosia at MLG Columbus 2016

O icônico Mihail “Dosia” Stolyarov é quase um líder espiritual da equipe | Foto: HLTV

Recentemente na ELEAGUE a equipe decepcionou um pouco, mesmo conseguindo arrancar alguns mapas caiu diante de Virtus.pro e EnVyUs.

Palpites da Redação

Luiz Fernando Costa: Não passa
Gustavo Cruz: Passa da fase de grupos.
Cristino Melo: Passa da fase de grupos.
Lucas Spricigo: Passa da fase de grupos.

Justificativa

Levando em conta a má formação da line-up da CLG, os péssimos resultados recentes da Astralis além de estar com Lukas “gla1ve” Rossander no lugar de Markus ‘Kjaerbye‘ Kjærbye e a dignitas em transição com a entrada de René “cajunb” Borg, a aposta é de que a Gambit possa surpreender e vencer um mapa dos grandes. Para isso precisa vencer a CLG em seu jogo de estréia para que não jogue seu sonho de passar para as quartas, no lixo.

dignitas

Ruben “RUBINO” Villarroel
René “cajunb” Borg
Jesper “tenzki” Plougmann
Mathias “MSL” Lauridsen
Kristian “k0nfig” Wienecke

A dignitas vinha aos poucos atacando ás colocações mais acima no ranking mundial, com Markus “Kjaerbye” Kjærbye sendo o principal jogador e detentor de estatísticas absurdas. Com a rápida evolução da jovem estrela, a Astralis cresceu seus olhos e logo propôs uma troca entre as duas equipes, pegando Kjaerbye e devolvendo René “cajunb” Borg para a dignitas.

cajunb - dignitas

A entrada de René “cajunb” Borg na dignitas mudou a cara da equipe | Foto: HLTV

O que todos esperavam, mesmo com cajunb sendo um excelente jogador, era de que a dignitas baixasse seu rendimento. Porém, os dinamarqueses continuaram como se nada tivesse acontecido, faturando algumas vitórias expressivas.

Jesper “tenzki” Plougmann, Mathias “MSL” Lauridsen e Ruben “RUBINO” Villarroel nunca passaram de uma fase de grupos de major, mas com a mescla da experiência de René “cajunb” Borg que já foi à três semi-finais, a equipe pode mostrar um dinamismo maior nos jogos, conseguindo uma das vagas para o mata-mata.

Kristian “k0nfig” Wienecke é o estreante da equipe em majors, o jovem de 19 anos é um exemplo do poder de “revelação” dos dinamarqueses, que fizeram o mesmo com Kjærbye, será que k0nfig pode ser uma das novas jóias do país?

Palpites da Redação

Luiz Fernando Costa: Passa da fase de grupos.
Gustavo Cruz: Não passa
Cristino Melo: Não passa
Lucas Spricigo: Passa da fase de grupos.

Justificativa

Contrariando a grande maioria, minha aposta é novamente de que a dignitas passe da fase de grupos ao lado da Gambit. A explicação de deixar a Astralis virá quando falarmos do mesmo. Com René “cajunb” Borg a equipe da dignitas ganhou em maturidade, o que faltava na época de Kjærbye. A experiência de um jogador como ele em uma line-up de boas peças, é primordial para excelentes resultados, e já podemos conferir isso nos jogos recentes da equipe. Em um torneio tamanho, é imprescindível que teremos momento de tensão extrema, e o novo líder da dignitas pode segurar as rédeas nessas horas.

Astralis

Finn “karrigan” Andersen
Andreas “Xyp9x” Højsleth
Nicolai “dev1ce” Reedtz
Peter “dupreeh” Rasmussen
Lukas “gla1ve” Rossander

Sem contar com uma pesquisa muito aprofundada, é quase impossível lembrarmos do último título da Astralis. Os dinamarqueses não conseguem obter resultados esperados, caindo sempre na beirada da praia que lutaram tanto pra chegar. As expectativas mudaram com a entrada da grande estrela Markus ‘Kjaerbye‘ Kjærbye, mas ele não poderá jogar o major devido ter participado do minor (classificatório para o major) com a dignitas.

GLA1VE ASTRALIS

Lukas “gla1ve” Rossander completará a Astralis no major | Foto: HLTV

Sendo assim, a Astralis apelou para Lukas “gla1ve” Rossander, que já participou de alguns majors em sua carreira, mas está jogando em nível bem abaixo faz bastante tempo. Recentemente ele completou a também dinamarquesa SK Gaming na DH Summer, mas não conseguiu obter um sucesso muito grande. O anúncio de gla1ve veio a muito tempo, tendo então muito espaço para trabalhar junto de seus companheiros temporários. Mesmo assim é difícil acreditar na equipe para esse torneio, ainda mais em um grupo que conta com a rival dignitas, Gambit e a CLG correndo por fora.

Palpites da Redação

Luiz Fernando Costa: Passa da fase de grupos.
Gustavo Cruz: Passa da fase de grupos.
Cristino Melo: Passa da fase de grupos.
Lucas Spricigo: Não passa

Justificativa

Em um momento de transição grande a equipe ainda não vai poder contar com sua jovem estrela, o que com total certeza deixa todos os fãs desanimados. Não que Lukas “gla1ve” Rossander seja um jogador ruim, muito pelo contrário, mas a falta de entrosamento vai deixá-los um pouco receosos sobre o que fazer durante os jogos, o que as equipes adversárias podem aproveitar. Mesmo podendo (MUITO) queimar minha língua com o palpite, creio que a Astralis decepcione e caia ainda na fase de grupos. Geralmente em majors, as equipes assustam e sempre zebras aparecem, dessa vez a minha aposta está no grupo A.

CLG

Tarik “tarik” Celik
Stephen “reltuC” Cutler
Kenneth “koosta” Suen
James “hazed” Cobb
Faruk “pita” Pita

Muito provavelmente a CLG será dessa vez o saco de pancadas do grupo A. Contando com o coach bósnio Faruk “pita” Pita de quinto jogador a equipe chega a ESL One Cologne de cara nova e em um momento de transição muito grande. O cara que desequilibrava na equipe, Josh “jdm64” Marzano se transferiu para a Team Liquid numa troca por Kenneth “koosta” Suen. Com esse pouco tempo juntos, e ainda contando com um ex-jogador que não joga em alto nível desde 2013, a equipe não trará grandes resultados da Alemanha.

Faruk “pita” Pita já disputou um major. A DreamHack Winter 2013 pelo SK Gaming, e acabou caindo na fase de grupos após perder todos os jogos, desde lá o bósnio não jogava competitivamente. Foi treinador do Ninjas in Pyjamas durante a época de ouro dos suecos e seguiu sua carreira nisso. Pouco se viu de Pita dentro do jogo, fazendo-nos crer que ficará bem abaixo de seus companheiros. A aposta da CLG cairá sobre as costas de Tarik “tarik” Celik que está devendo ultimamente.

Palpites da Redação

Luiz Fernando Costa: Não passa
Gustavo Cruz: Não passa
Cristino Melo: Não passa
Lucas Spricigo: Não passa

Justificativa

Com dignitas, Astralis e Gambit, é impossível acreditar nos norte-americanos junto de uma line-up tão fraca e sem entrosamento.

GRUPO B

Optic

Damian “daps” Steele
Keith “NAF” Markovic
Peter “stanislaw” Jarguz
Will “RUSH” Wierzba
Óscar “mixwell” Cañellas

Tendo uma crescente muito grande recentemente, a Optic chega pela primeira vez em um major. Com o espanhol Óscar “mixwell” Cañellas sendo a principal chave da equipe, os norte-americanos tentarão uma vaga na segunda fase competição. Para isso terão de surpreender em um grupo com NiP e Na’Vi.

mixwell

O espanhol Óscar “mixwell” Cañellas é o grande destaque da equipe da Optic | Foto: HLTV

É difícil acreditar na equipe, mas julgando pelos últimos resultados, ontem até mesmo tirou um mapa dos Ninjas na ELEAGUE, pode ser que alguma coisa diferente aconteça e o endiabrado Óscar “mixwell” Cañellas consiga levar sua equipe a vitória.

Recentemente a organização contratou o sueco Jonatan “Devilwalk” Lundberg para a vaga de coach da equipe. Super campeão comandando o fnaticDevilwalk não poderá ficar junto da equipe durante as partidas, devido a não ter se inscrito a tempo.

Palpites da Redação

Luiz Fernando Costa: Não passa
Gustavo Cruz: Não passa
Cristino Melo: Não passa
Lucas Spricigo: Não passa

Justificativa

Com a experiência, e estrelismo dos Ninjas e do Natus Vincere no grupo, é complicado prever algo diferente no grupo B.

NiP

Patrik “forest” Lindberg
Christopher “GeT_RiGhT” Alesund
Adam “friberg” Friberg
Richard “Xizt” Landström
Jacob “Pyth” Mourujärvi

O Ninjas in Pyjamas voltou a ser a grande equipe que era antes. Richard “Xizt” Landström vem sendo um dos destaques recentes da equipe, enquanto Jacob “Pyth” Mourujärvi vem melhorando aos poucos no seu entrosamento com os companheiros. Conquistando o título do grupo B da ELEAGUE os suecos jogaram a DreamHack Summer 2016 dentro de casa e caíram na final para a brasileira Immortals, deixando seus fãs com bastante duvidas quanto ao major.

get right

Christopher “GeT_RiGhT” Alesund tem de voltar ao seu real desempenho | Foto: HLTV

Antes nunca criticado, Christopher “GeT_RiGhT” Alesund, começou a receber alguns comentários adversos a seu momento, que não é nada comparado a alguns anos atrás. Num grupo que conta com prováveis upsets como a Optic, é importante que  Alesund e companhia consigam um bom resultado logo na estreia contra os norte-americanos, se não o sonho de voltar ao topo cairá por terra.

Palpites da Redação

Luiz Fernando Costa: Passa da fase de grupos.
Gustavo Cruz: Passa da fase de grupos.
Cristino Melo: Passa da fase de grupos.
Lucas Spricigo: Passa da fase de grupos.

Justificativa

A tradição, experiência e crescimento sueco em torneios tamanhos, faz com que coloquemos como favoritos a uma das vagas, mas com um grande pé atrás após a derrota na DH Summer.

Natus Vincere

Danylo “Zeus” Teslenko
Ioann “Edward” Sukhariev
Denis “seized” Kostin
Egor “flamie” Vasilyev
Ladislav “GuardiaN” Kovács

A tradicionalíssima Natus Vincere está em uns dias indigestos. Após perder na grande final do último major para os brasileiros que representavam a Luminosity Gaming, a Na’Vi acabou caindo de produção, e com Ladislav “GuardiaN” Kovács lesionado por alguns dias a equipe não conquistou bons resultados.

Outro ponto que mostra as más águas que anda a equipe foi na SL i-League Invitational #1.  Na grande final do torneio, após ser trucidado pelos polacos na Inferno, a equipe até se recuperou bem na Train, mas na Cobblestone ficou evidenciada a falta de psicológico dos experientes jogadores. Com um pause ao fim da partida, notava-se os atletas discutindo entre si, incontroláveis. É importante uma equipe de tamanha importância como a Na’Vi tomar cuidado para que esses erros não entrem em evidência novamente, pois em um grupo com a forte equipe da Optic correndo por fora, de tudo pode acontecer, basta um deslize.

Palpites da Redação

Luiz Fernando Costa: Passa da fase de grupos.
Gustavo Cruz: Passa da fase de grupos.
Cristino Melo: Passa da fase de grupos.
Lucas Spricigo: Passa da fase de grupos.

Justificativa

Seria uma perda incomensurável em tal torneio não vermos uma das equipes favoritas ao título de fora das finais.

FlipSid3

Yegor “markeloff” Markelov
Jan “wayLander” Rahkonen
Andrey “B1ad3” Gorodenskiy
Georgi “WorldEdit” Yaskin
Aleksandr “Shara” Gordeev

A saída de Vlаdуslаv “bondik” Nеchуроrchuk em abril, trouxe uma série de incógnitas para a FlipSid3. O bom jogador ucraniano era um dos destaques do time, para o lugar dele foi contratado o finlandês Jan “wayLander” Rahkonen que atuava na Gambit. O atleta logo se tornou o principal jogador do time, e peça fundamental tanto online quanto em torneios presenciais sendo um dos líderes nas estatísticas do classificatório do major.

waylander

O finlandês Jan “wayLander” Rahkonen é peça fundamental na equipe | Foto: HLTV

Ao mesmo tempo que conta com Aleksandr “Shara” Gordeev e Jan “wayLander” Rahkonen, que não possuem tanta experiência em major, a FlipSid3 tem também o ancião Yegor “markeloff” Markelov que participou de todos os torneios desse porte, um feito para pouquíssimos. Georgi “WorldEdit” Yaskin e Andrey “B1ad3” Gorodenskiy também não ficam tão atras na experiencia, participando de cinco majors até agora, porém caindo na fase de grupos em todos.

A FlipSdi3 pode sim ser uma grande surpresa, mas antes ainda terá que tomar esse posto provável da Optic, e bater uma das duas equipes enormes do grupo. Talvez se wayLander estiver num dia inspirado e WorldEdit desequilibrar com sua AWP, isso poderá se tornar realidade, mas as chances são baixas.

VEJA TAMBÉM  CS:GO – Caminho ao Major – fnatic
Palpites da Redação

Luiz Fernando Costa: Não passa
Gustavo Cruz: Não passa
Cristino Melo: Não passa
Lucas Spricigo: Não passa

Justificativa

Mesmo tendo qualidade suficiente para passar de fase, é difícil afirmar que isso acontecerá com NiP e Na’Vi digladiando no grupo.

GRUPO C

Mousesports

Denis “denis” Howell
Timo “Spiidi” Richter
Johannes “nex” Maget
Nikola “NiKo” Kovač
Chris “chrisJ” de Jong

Em excelente momento a mousesports chega ao major forte na briga por uma vaga nas finais. No classificatório principal para o major, a equipe bateu a G2 por 16 x 01 na Dust 2, surpreendendo a todos a equipe ainda viria a se classificar com sobrar para o evento em Colônia. Nikola “NiKo” Kovač é como sempre o destaque maior dos alemães, lidera o quadro de esteatíticas e todo torneio que joga briga por MVP, mesmo que seu time não chegue muito a frente na disputa pelo título. A monstruosidade do bósnio fica mais evidente quando analisamos o rating individual de cada membro, sendo o dele superior a 1.16 enquanto o segundo no quadro está com apenas 0.96.

chrisJ

A de se citar também a boa melhora de Chris “chrisJ” de Jong, antes detentor de uma das melhores AWPS do cenário, o holandês caiu muito de produção nos últimos meses, mas vem melhorando devagar, desde o major de Columbus. O que preocupa todos os torcedores do mouz é os resultados da ELEAGUE, onde a equipe caiu na semi-final do grupo para a FlipSid3 por 2 x 0, sem ter chance alguma de reação.

Luiz Fernando Costa: Não passa.
Gustavo Cruz: Passa da fase de grupos.
Cristino Melo: Não passa.
Lucas Spricigo: Não passa.

Justificativa

Mesmo com pé atrás, cravo que a equipe alemã não passa da fase de grupos. Apesar de ter muita chance, temos que levar em conta o crescimento (devido a soberba experiência) da Virtus.pro, a boa equipe que se formou na Liquid, e ainda tem EnVyUs.

Liquid

Nick “Nitr0” Cannella
Jonathan “Elige” Jablonowski
Spencer “Hiko” Martin
Josh “jdm64” Marzano
Aleksandr “s1mple” Kostyliev

Uma incógnita enorme se faz sob a Liquid para o major. Tratando pela linha do tempo, a adesão do brasileiro Luis “peacemaker” Tadeu como coach ainda não surtiu todo o efeito desejado, também pudera a falta de jogos e a bagunça de line-up que se fez. Vamos re-lembrar o que aconteceu nas últimas semanas dos norte-americanos: Após o contrato de Eric “AdreN” Hoag ter se encerrado, os norte-americanos chamaram Aleksandr “s1mple” Kostyliev para completar a equipe na ECS e no major. Depois disso Kenneth “Koosta” Suen foi trocado com a CLG por Josh “jdm64” Marzano, além de recentemente contratarem Jacob “Pimp” Winneche para a lacuna que S1mple deixará após os campeonatos citados.

jdm64

Josh “jdm64” Marzano é o novo nome da Liquid | Foto: HLTV

O único campeonato que podemos levar como base para a line-up é a ECS alguns dias atrás, onde venceram a G2 por 16 x 06 na Cobblestone, perderam para os brasileiros da Luminosity por 16 x 12 na Train e no jogo de decisão tomaram 2 x 1 da G2, conseguindo vencer novamente a Cobblestone. Com o pouco tempo juntos e o excelente resultado, a equipe pode sim mostrar muito no major de Cologne, e um bootcamp de semanas em Utrecht na Holanda pode ter dado o corpo que o quinteto necessitava.

Luiz Fernando Costa: Não passa.
Gustavo Cruz: Passa da fase de grupos.
Cristino Melo: Passa da fase de grupos.
Lucas Spricigo: Passa da fase de grupos.

Justificativa

Em um grupo tão complicado de apostar a Liquid é a provável (mas não certa) equipe a liderar e passar da primeira fase da competição, isso por levar em conta o momento de EnVyUs e Virtus.pro e de um mousesports um pouco abaixo da média dos norte-americanos.

Virtus.pro

Wiktor “TaZ” Wojtas
Filip “NEO” Kubski
Jarosław “pashaBiceps” Jarząbkowski
Janusz “Snax” Pogorzelski
Paweł “byali” Bieliński

A temporada da Virtus.pro até aqui está longe de ser uma das melhores já vividas pelos poloneses. Rebaixado na ESL Pro League, sem resultados expressivos a equipe vinha com enormes duvidas em sua line-up, e vários fãs pedindo por mudanças no quinteto que já está junto desde antes da criação do CS:GO. Chega a ser assustador a vasta experiência do conjunto, participaram de todos os major com a mesma line-up, sem mudança alguma nesse meio tempo.

pasha

Jarosław “pashaBiceps” Jarząbkowski durante a SL i-League Invitational #1 | Foto: HLTV

Essa equipe, para não dizer família, é uma das poucas que pode contar com o entrosamento de anos juntos, e isso com total certeza pode ser o detalhe num campeonato de tamanha estrutura.

O título veio na SL i-League Invitational #1 com uma vitória excepcional contra o Na’Vi na grande final. Janusz “Snax” Pogorzelski vem sendo o grande destaque da equipe, além de Filip “NEO” Kubski desempenhando papel importante. Todos que vivenciaram os bons momento de Kubski anos atrás, aguardavam incessantemente por uma melhora do jogador, conseguindo ele agora desempenhar seu bom papel na equipe.

Luiz Fernando Costa: Passa da fase de grupos.
Gustavo Cruz:  Não passa.
Cristino Melo: Não passa.
Lucas Spricigo: Passa da fase de grupos.

Justificativa

A equipe chegou em péssimo momento na MLG Columbus, onde cravei que não passariam da primeira fase, mas surpreenderam. Na SL i-League Invitational #1 também mostraram seu real valor, jogando como a equipe grande que sempre se mostraram nesses anos todos. No major da Alemanha, confio que a Virtus.pro garanta novamente vaga nas quartas de final.

EnVyUs

Vincent “Happy” Schopenhauer
Nathan “NBK-” Schmitt
Kenny “kennyS” Schrub
Dan “apEX” Madesclaire
Timothée “DEVIL” Démolon

A entrada de Timothée “DEVIL” Démolon em março ainda não surtiu os efeitos desejados na EnVyUs, que não consegui a classificação para as finais da ESL Pro League S3, ECS Season 1 e lutou mais do que se esperava pela classificação no major da ESL One Cologne 2016.

Na semana passada, durante a ELEAGUE a equipe venceu todos seus adversários conseguindo sair com a primeira posição, mas um campeonato menor perto de um major é difícil de somarmos como evidência para o que se virá. Sendo altamente dependente de Kenny “kennyS” Schrub a EnVyUs não tem bons resultados recentes, perdendo para equipes de nível inferior e sendo trucidados por equipes de alto nível.

Luiz Fernando Costa: Passa da fase de grupos.
Gustavo Cruz: Não passa
Cristino Melo: Passa da fase de grupos.
Lucas Spricigo: Não passa

Justificativa

Por momento, é complicado apostar nos franceses que perderam o posto de melhor equipe de seu país para a G2, e que vem em queda livre no ranking mundial. A entrada de Timothée “DEVIL” Démolon pode mostrar a falta de entrosamento da equipe, coisa que a Virtus.pro tem em excesso, já os jogando para baixo na disputa.

GRUPO D

SK Gaming (ex-Luminosity)

Gabriel “FalleN” Toledo
Fernando “Fer” Alvarenga
Lincoln “fnx” Lau
Tacio “TACO” Filho
Marcelo “coldzera” David

Após se classificar com sobras para as finais da ECS os brasileiros tiveram até mesmo tempo para as férias, devido a baixa no calendário de jogos. Na disputa da ELEAGUE, sem grandes problemas, perdendo apenas um mapa em todo a fase de grupos. Enquanto tudo corria bem entre os jogadores, nos bastidores um imbróglio acontecia entre Luminosity e SK Gaming para saber quem detinha os direitos legais sobre a equipe. Depois de resolvido os problemas, os brasileiros ainda jogaram as finais da ECS sob a tag da Luminosity Gaming antes de se transferir em definitivo para a SK.

Luminosity at MLG COlumbus 2016 Fallen BR Flag

Gabriel “FalleN” Toledo e seus comandados tentarão mais um título mundial | Foto: HLTV

Na ECS os brasileiros venceram NiP, Liquid e TSM antes de ser derrotados pela G2 na grande final. A partida contra os franceses foi um pouco preocupantes, levando em conta os vetos onde a Overpass, geralmente um mapa bom para a SK, virou uma partida de um time só com a G2 trucidando os brasileiros por 16 x 05.

Falando em major desde que iniciou sua participação internacional os brasileiros conseguem pelo menos as quartas de final do major. Apenas Gabriel “FalleN” Toledo e Fernando “Fer” Alvarenga participaram de todos os que os brasileiros disputaram. Depois de conquistar o título da MLG Columbus, a então Luminosity começou sua sequência de conquistas. Venceu a DreamHack Austin e a ESL Pro League se sagrando a grande equipe do cenário mundial.

Imortalizado na Mirage com um grafite feito pela desenvolvedora, Marcelo “coldzera” David é sem dúvida alguma a grande peça do elenco brasileiro. O atleta de 21 anos se mostra consistente e quase que inabalável com o que acontece fora da tela, foi o MVP da MLG Columbus, o melhor jogador da equipe em Austin, e repetiu o feito em Londres, na ESL Pro League, somando mais de 125 kills na final do torneio. Cold, tem uma das maiores estatísticas de todos os jogadores profissionais, o que coloca ele como um dos grandes candidatos ao título de melhor do mundo ao fim do ano, se o mesmo continuar com o portentoso desempenho.

Não podemos levar em conta tudo o que vimos na ECS, também com o papo de que era um campeonato um pouco menor, muito perto de um major. Alguma coisa pode ter ficado por baixo dos panos para que chegue como surpresa no torneio valendo 1 milhão de dólares.

Será que teremos a equipe brasileira novamente no topo de um major de CS:GO?

Luiz Fernando Costa: Passa da fase de grupos.
Gustavo Cruz: Passa da fase de grupos.
Cristino Melo: Passa da fase de grupos.
Lucas Spricigo: Passa da fase de grupos.

Justificativa

Mesmo com menos tempo de cenário do que várias outras citadas como tradicionais, os brasileiros já viraram peça chave de qualquer torneio de grande porte. Mesmo em um grupo que ficará marcado na história como o “mais da morte possível” é de se afirmar, e torcer, para que os brasileiros consigam novamente chegar as finais, e sonhar com o título de mais um torneio mundial.

fnatic

Olof “olofmeister” Kajbjer
Dennis “dennis” Edman
Robin “flusha” Rönnquist
Jesper “JW” Wecksell
Freddy “KRIMZ” Johansson

OLOFMEISTER

Olof “olofmeister” Kajbjer está de volta e os adversários que se cuidem | Foto: HLTV

Não existe muito o que argumentar para com a fnatic. Sem Olof “olofmeister” Kajbjer por várias semanas a equipe não jogava bem, não tinha resultados expressivos o que dificultava muito entender o real jogo sueco. Após a volta do melhor do mundo durante a ELEAGUE, e não apenas isso, mas foi o jogador mais importante na garantia da primeira colocação do grupo por parte dos suecos, ainda jogaram a ECS, onde de pouco se viu realmente, devido ao curto espaço para o major, e a alta probabilidade de guardar algo para o torneio.

Enquanto Olofmeister estava fora da line-up, Dennis “dennis” Edman era quem detinha o melhor desempenho da equipe, conseguindo levar a fnatic a resultados um pouco melhores. Agora o major chegou, e com o quinteto 100% ativo e operante, fazendo pegar ainda mais fogo no grupo da morte da competição.

Palpites da Redação

Luiz Fernando Costa: Passa da fase de grupos.
Gustavo Cruz: Passa da fase de grupos.
Cristino Melo: Passa da fase de grupos.
Lucas Spricigo: Passa da fase de grupos.

Justificativa

Tradição + títulos + melhor do mundo. Não existe forma de negar um favoritismo da fnatic para passar da fase de grupos, mas qualquer deslize pode coloca-los em situação embaraçosa.

FaZe

Ricardo “fox” Pacheco
Fabien “kioShiMa” Fiey
Philip “aizy” Aistrup
Håvard “rain” Nygaard
Joakim “jkaem” Myrbostad

Após passar por péssimos bocados, a FaZe parece estar voltando novamente ao topo do cenário. A equipe vem de resultados razoáveis online, mas conseguiu a classificação para o major, sobrando e destruindo os adversários nos jogos. Contando com a habilidade da dupla norueguesa Joakim “jkaem” Myrbostad e Håvard “rain” Nygaard, além da experiência de Ricardo “fox” Pacheco e Fabien “kioShiMa” Fiey a equipe teve alguns resultados importantes durante a ELEAGUE, terminando atrás apenas da fnatic no grupo D.

Em um grupo com SK Gaming, fnatic e G2 é quase impossível dizermos que a FaZe conseguirá passar da primeira fase, mas tomando como exemplo o major de Cluj-Napoca onde a equipe surpreendeu a todos chegando nas semi-finais, podemos até ficar atrás com nosso palpite.

Palpites da Redação

Luiz Fernando Costa: Não passa
Gustavo Cruz: Não passa
Cristino Melo: Não passa
Lucas Spricigo: Não passa

Justificativa

Se os grupos fossem outros, poderíamos até apostar no misto europeu, mas infelizmente pra eles, ficará complicado chegar ás quartas.

G2

Cédric “RPK” Guipouy
Richard “shox” Papillon
Edouard “SmithZz” Dubourdeaux
Adil “Scream” Benrlitom
Alexandre “bodyy” Pianaro

A atual número 2 do mundo chega ao major como nunca antes. Em uma fase esplendorosa a equipe conseguiu chegar a final da ESL Pro League S3, perdendo para a Luminosity, além de ir também para a decisão da ECS S1 onde destruiu a mesma equipe brasileira em dois mapas.

Adil “Scream” Benrlitom é o grande destaque da equipe, e talvez o grande destaque mundial do momento. O belga vem estourando todos os dados com estatísticas muito acima do normal, levando a G2 sempre adiante nas competições que disputa.

SCREAM

Richard “shox” Papillon vem voltando a ser o grande atleta que marcou época em meados de 2014, além do veterano Cédric “RPK” Guipouy estar conseguindo uma boa forma durante os torneios em lan. Alguns resultados deixam os apostadores um pouco receosos sobre a G2. Perder a final do grupo da ELEAGUE contra a NiP e ser massacrado na Dust 2 por 16 x 01 contra o mousesports no classificatório do major, faz com que sempre deixemos um pé atrás para com a equipe.

Palpites da Redação

Luiz Fernando Costa: Não passa
Gustavo Cruz: Não passa
Cristino Melo: Não passa
Lucas Spricigo: Não passa

Justificativa

A decisão mais complicada de se tomar em toda o artigo. A G2 é inquestionavelmente uma das três forças do cenário mundial, mas é judiação colocá-los junto de SK Gaming e fnatic, sendo que todas elas são favoritas ao título. Deixamos a campeã de tudo e que possui o melhor jogador do mundo na primeira fase, ou deixamos os brasileiros, para colocar os franceses no palpite? Trabalho duro!

E você, o que achou dos nossos palpites? Comente os seus aí abaixo e se ligue em nosso hotsite especial do evento para perder absolutamente nada sobre a ESL One Cologne 2016.

Para saber todos os horários dos jogos e demais informações clique aqui.

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