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Prévia: ESL Pro League Season 3: Finals

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Fnatic campeã das duas edições da ESL Pro League. Foto: HLTV

Amanhã, 11 de maio, começa a parte final da terceira temporada da liga profissional da ESL. Na qual distribuirá em premiação total de 512 mil dólares, sendo 200 mil para o primeiro colocado. A liga é dividida em duas divisões, americana (equipes residentes na América do norte) e europeia (equipes residem na Europa).

Ao longo de três meses as 24 equipes (12 em cada divisão) se enfrentaram entre si, nas respectivas divisões. As equipes jogavam em melhores de dois mapas, onde cada time tinha direito a escolher um mapa. O time vencedor de cada mapa conseguia três pontos, já o perdedor não pontuava. Assim criando um sistema de pontos corridos, onde os quatro primeiros colocados se classificariam para as finais.

As finais acontecerão em Londres. Serão oito equipes divididas em dois grupos, sendo que o primeiro colocado de cada divisão serão cabeças de chaves, e os outros seis serão divididos intercaladamente de acordo com suas posições, em suas respectivas divisões.

Grupo A Grupo B
Luminosity NiP
Astralis Cloud9
OpTic fnatic
G2 Liquid

 

As equipes:

Grupo A

Luminosity Gaming

Gabriel “FalleN” Toledo
Fernando “Fer” Alvarenga
Lincoln “fnx” Lau
Tacio “TACO” Filho
Marcelo “coldzera” David

Luminosity Gaming - DH Austin

Cold e Taco da Luminosity Gaming, uma das favoritas ao titulo. Foto: Divulgação

A equipe que vem em ascensão no cenário Norte-americano, sendo um adversário imbatível para as equipes da região. Venceu no último domingo a DreamHack Austin, onde se quer perdeu um mapa, e também não cedeu mais de dez rounds em cada mapa. Isso denota a sincronia de seus jogadores, que no jogo exalam muita qualidade e tranquilidade, para vencer. Além disso são os atuais campeões do principal campeonato da modalidade, o Major.

Na Liga ESL a equipe não teve dificuldades em se classificar, venceu 18 dos 22 mapas disputados, além de conseguir a classificação com antecedência.

Suas campanhas nas duas primeiras edições da liga ESL – uma delas ainda com a organização brasileira Keyd Stars – não foram nada memoráveis. Na primeira aparição, conseguiu a segunda colocação na divisão norte-americana. O mesmo aconteceu na fase de grupos, das finais, onde avançou as quartas de finais, porém acabou sendo eliminado pela Fnatic. Na segunda temporada – já como LG – a equipe repetiu a colocação na fase divisional, e na fase final, conseguiu apenas o terceiro lugar do grupo.

Desta vez o momento é outro, a equipe brasileira tem o protagonismo e o favoritismo nas mãos. Está a um passo à frente das outras equipes, no que diz respeita a competitividade.

Astralis

Finn “Karrigan” Andersen
Andreas “Xyp9x” Højsleth
Nicolai “dev1ce” Reedtz
Peter “dupreeh” Rasmussen
René “cajunb” Borg

Team Astralis

Team Astralis

A equipe dinamarquesa a muito tempo não vence um torneio Premier. Seu último título, ainda como Team Solo Mid, foi em Outubro do ano passado. Uma equipe extremamente forte do cenário mundial, que vem a tempos flertando com um grande título, porém de uma hora para outra perde o controle do jogo e, assim, entrega as chances de título. Pode se usar como exemplo o Major Columbus, onde a equipes eliminou a favorita, Fnatic, por dois mapas a zero, nas quartas de final, mas na fase seguintes perdeu pelo mesmo placar para a Na´Vi, dando adeus a uma boa oportunidade de título.

Nesta temporada da ESL Pro League a teve um início tranquilo, onde sempre ocupou as primeiras posições.  Classificando-se com uma semana de antecedência, terminando na segunda colocação da divisão europeia.

Já havia participado das últimas edições da liga, a primeira como TSM e a segunda sem organização definida. Na primeira edição não conseguiu nenhuma vitória, e sendo eliminada na fase de grupos. Porém na segunda temporada liderou seu grupo, no qual havia Na´Vi e LG, mas sendo eliminada pela campeã, Fnatic, nas semifinais.

Optic Gaming

Damian “daps” Steele
Keith “NAF” Markovic
Peter “stanislaw” Jarguz
Will “RUSH” Wierzba
Óscar “mixwell” Cañellas

Time da Optic, ainda com o antigo integrante, Shazam.

Time da Optic, ainda com o antigo integrante, Shazam.

Para muitos pode ser uma surpresa ver a Optic participando desse torneio, porém a equipe está sempre disputa as principais competições dos EUA, e consegue classificação para alguns torneios premier, como a final da Cevo, a duas semanas atrás, onde chegou a vencer a Splyce, pela fase de grupos, mas não resistiu ao jogo de eliminação contra Virtus Pro, e deu adeus a competição.

Nesta temporada conseguiu o terceiro lugar, vencendo com propriedade a Cloud9 nos dois mapas, mesmo resultado obtido contra a Counter Logic Gaming. Venceu a LG, tambem, mas foi por WO, pois a equipe brasileira estava em Malmö, fazendo Botcamp e se preparando para o torneio.

Ano passado, ainda como Conquest, participou das finais da segunda temporada. Em um grupo com EnVyUs, Fnatic e Team Liquid, não obteve nenhuma vitória, portanto amargou a última colocação do grupo e a eliminação do torneio.

G2 Esports

Cédric “RPK” Guipouy
Richard “shox” Papillon
Edouard “SmithZz” Dubourdeaux
Adil “Scream” Benrlitom
Alexandre “bodyy” Pianaro

g2 scream

Scream e a equipe da G2 Esports. Foto: HLTV

A equipe que a muito tempo divide opiniões, seja dos especialistas, dos torcedores ou daqueles que apenas acompanham os campeonatos. Tudo isso pois a equipe, desde de sua época de Titan (no fim do ano passado), é fortíssima jogando Online, o jogador “Scream” coleciona rounds incríveis, jogando nessas condições. Porém, em LAN o time fica irreconhecível, e é visível a dependência de Shox, que a algum tempo, também, vem deixando a desejar. O fato é que a em torneios presenciais a G2 dificilmente passa da fase de grupos, independente do nível das equipes em seu grupo.

Pela divisão europeia a equipe fez um bom campeonato, vencendo favoritos, como Na´Vi e NIP, cuja vitórias o asseguraram a quarta colocação e a classificação para essa etapa final.

Nunca passou para a etapa final nas outras temporadas. E por mais que seu retrospecto em LAN não seja muito favorável a boas colocações, é sempre bom ficar atento com uma equipe europeia.

GRUPO B

Ninjas in Pijamas

Patrik “forest” Lindberg
Christopher “GeT_RiGhT” Alesund
Adam “friberg” Friberg
Richard “Xizt” Landström
Jacob “Pyth” Mourujärvi

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Ninjas In Pijamas Campeã da DreamHack Malmö. Foto: HLTV.org

A Ninjas in Pijamas atravessa uma grande fase, e isso ficou claro após a conquista da DreamHack Malmö. Esse momento se deve a dois fatores, ao excelente trabalho do coach THREAT, que conseguiu colocar a NIP novamente em um estilo de jogo inteligente e coletivo, deixando Xizt, antigo in-game leader, mais solto na partida. E a outra foi a entrada de Pyth, jogador que assumiu a posição de AWPer da equipe.

Esse excelente momento não é recente, tanto que desde o meio do mês de março a equipe já estava classificada para essa etapa final, ou seja, quatro rodadas de antecedência. Uma Proença, visto que a divisão europeia foi a mais competitiva.

Apesar de ser tão tradicional no CS:GO, não disputou a fase final da Liga ESL, em suas primeiras edições. Hoje é uma das favoritas, ao lado da Luminosity. E não será uma surpresa se as duas equipes chegarem a grande final.

Cloud9

Jordan ‘‘N0thing” Gilbert
Michael “shroud” Grzesiek
Tyler “Skadoodle” Latham
Jake “Stewie2k” Yip
Alec “Slemmy” White

n0thing - DH Austin 2016

n0thing – DH Austin 2016

Após uma boa participação na DreamHack Austin, conquistando o terceiro lugar, ainda não voltou a apresentar um Counter-Strike de um expoente americano. Com um tático muito fraco, necessita de lances individuais para conquistar rounds.

Na fase continental da competição conseguiu classificação tranquila e antecipada, ficando na segunda colocação.

Teve uma grande participação na primeira temporada da ESL Pro League, chegou a decisão da fase final contra a Fnatic, mas foi derrotada no confronto MD5 por três mapas a um. Na temporada seguinte não conseguiu passar da fase de grupos.

Fnatic

Jesper “JW” Wecksell
Robin “flusha” Rönnquist
Freddy “KRiMz” Johansson
Dennis “dennis” Edman
John “wenton” Eriksson

fnatic

Flusha atual in-game leader da equipe sueca. Foto: HLTV.org

Olofmeister faz muita falta a equipe sueca, principalmente no half terrorista. O momento da equipe mais vitoriosa do CS:GO não nada bom, as vésperas da última rodada da fase divisional da liga ESL o substituto de Olof, PlesseN, foi trocado por wenton. É verdade que o time conseguiu a classificação, porém nada empolgante.

A equipe venceu as duas edições da liga profissional, a primeira sobre a Cloud9, por três mapas a 1. Na segunda temporada venceu a Na´Vi por três mapas a dois. Desta vez a equipe corre por fora na busca pelo título.

Team Liquid

Nick “Nitr0” Cannella
Jonathan “Elige” Jablonowski
Spencer “Hiko” Martin
Kenneth “Koosta” Suen
Eric “AdreN” Hoag

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Hiko, S1mple (ex integrante da equipe) e AdreN. Foto: HLTV.org

A Liquid também é outra equipe que não vem bem. Apesar de conseguir chegar nas semifinais, não assustou nenhuma das grandes equipes. Conseguiu a classificação pois os outros dois times de seu grupo mostraram-se inferiores a ela. S1mple faz muita falta, sem ele o time tem dificuldade em segurar ou conquistar os bombsites. Koosta não tem o mesmo desempenho munido da AWP, comparado a S1mple.

A equipe conseguiu a classificação na última rodada, ficou com os mesmos 42 pontos da quinta colocada, NRG, porem seu maior saldo de rounds (+76 contra +36) o classificaram para a fase final da Liga.

Participou da etapa final da segunda temporada da ESL Pro League, mas foi eliminada na fase de grupos, pela Fnatic, dois mapas a um.

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