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Um sábado na BGS 2015

Por: Netto

 BGSnetto

Frequento a BGS desde 2012, e todos os anos eu tento ir (com exceção de 2013). E posso dizer com tranquilidade que o nível de organização do evento vem aumentando muito das primeiras edições para cá. Tendo isso em vista, como foi a edição 2015 da Brasil Game Show? Muito boa.
Para mim sábado sempre foi um dos melhores dias para estar na BGS, as filas apesar de grandes não são insuportáveis, os expositores ainda não estão estressados, os desenvolvedores são simpáticos e todos foram tomados pelo espirito de “joguinhos são legais”.
Não peguei passe de imprensa este ano, pois iria acompanhado e também para poder sentir a vibe do evento para o frequentador “comum”. De inicio ficamos na fila para a entrada, mas nada insuportável, de certo modo a fila estava muito bem organizada, na sombra, com algum animadores conversando com as pessoas (infelizmente não consegui ver quem era) para dar aquele animo.
Quando você entra no evento, bom para quem é ligado a games é a melhor sensação do mundo. Você esta literalmente cercado de coisas que adora e pessoas que entendem seu gosto. Eu como um bom macaco velho corri para a novidade desse ano que eu mais queria ver, Street Fighter V. E a lindeza da Laura, e apos uma rápida fila de 10 minutinhos no stand da Playstation, joguei com a personagem brasileira mais linda e foda dos últimos anos.
A jogabilidade esta deliciosa, fluida, sem entraves, rápida e simplificada (eu que sou péssimo em dar meia lua, consegui experimentar uma série de golpes no Zangief do namorado numa boa). Passando pela experiencia do Stand da Sony (que possuía baias com diversos jogos, como o Cavaleiros do Zodíaco, Star wars battlefront, Dark Souls III, Rocket league,etc).
Fomos logo em seguida para o stand da Microsoft, onde jogamos o Cuphead e o clima no stand era muito leve (tanto é que jogamos umas 6 partidas), vimos o novo Forza e seus carros muito bem feito para as partidas. O stand estava bem interessante porém as baias as vezes com filas confusas ,mas nada impossível de não se encontrar.

 

Havia Oculos Rift, Gear VR, Ubisoft, museu do vídeo game… E o setor Indie, estava maravilhoso, esse ano havia o dobro do ano passado de expositores, muito bem localizada dessa vez e todos muito lotados com curiosos e entusiastas, foi muito interessante ver o crescimento dos indies no mercado e como isso tem sido aceito pelo publico geral.

 

Uma tristeza notar que algumas empresas não marcam mais presença na feira, como a Nintendo, a Devolve ou a Riot. Até mesmo por serem grandes marcas e apresentarem jogos diversos e interessantes – Sério gente que falta me fez a Devolve esse ano lá.

Ressalto porém dois pontos que eu fiquei decepcionado, os stands não trouxeram tantas demonstrações de jogos inéditos quanto no ano passado, o que me incomoda um pouco uma vez que o sentido da feira é exatamente mostrar as novidades do setor.

Um ponto que eu ainda não consegui me acostumar são os stands da saraiva e das Lojas americanas, enormes, ainda que neste ano eles possuírem uma programação coerente com o evento (bate papo com desenvolvedores, produtores, youtubers) e promoções, acabo ficando com a sensação de que a presença deles lá poderia tranquilamente ser substituída por stands de desenvolvedores.

Um ponto muito positivo é que a bagunça do ano passado por conta dos youtubers foi resolvida a contento com eles tendo uma área exclusiva para eles, e bastante espaço para interagir com fãs e dar autografo, tirar fotos e tudo mais. Os Cosplayers e as competições estão presentes e são áreas da BGS que nunca estão vazias e estão sempre com algum acontecimento.

Esse é o grande barato na BGS, sempre esta rolando algum anuncio, algum programador passeando pela feira, algum cosplay impressionante, algum gameplay com um youtuber…

E ainda tem mais dois dias pela frente.