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Dica Gamer da Semana #11 – God Hand (Patrocinado pela Igreja Universal)

Esta matéria tem o patrocínio de: Silas Malafaia, Pastor
Valdemiro, Inri Cristo, Padre Quevedo e Pastor Zangief.

God Hand foi desenvolvido pela Clover Studios e publicado
pela Capcom (e estamos orando dos os dias para ganharmos um Reboot ou uma
sequência algum dia). Mas não se preocupe, God Hand não se trata de um game de
Queda de Braço divina ou algo do gênero. Ele é muito mais que isso (ou talvez
não).
O personagem principal é Gene, um bad boy que sofreu um
ataque alguns anos atrás e acabou perdendo seu braço. Após conhecer uma garota
aleatória, ele ganha um novo braço que aparentemente seria o “braço de Deus”,
um dos membros mais poderosos existentes na terra.
A partir daí, Gene e a garota misteriosa que se revela
como Olivia, partem em uma cruzada para destruir demônios usando os poderes da
God Hand. O game é basicamente um Beat’em Up bastante intenso, mas com um toque
de humor e cowboys de gênero sexual duvidosos.
Se fosse para comparar God Hand com algum game eu escolheria…
Pois é, é difícil escolher algo que se pareça com esta genialidade
materializada. O game consegue captar e misturar bem elementos americanos sem
perder a intensidade de um anime e o humor do Carlos Alberto de Nóbrega.
O game tem visão em terceira pessoa e um estilo de luta
bastante similar ao da franquia //Hack G.U. por exemplo, onde o jogador pode
desferir golpes normais e ao mesmo tempo executar alguns poderes especiais
bastante peculiares.
Além dos poderes que podem ser adquiridos com a evolução
do personagem também é possível compra-los. A possibilidade de compra dos poderes
pode ajudar bastante o jogador, que pode ir juntando moedas ao longo das
missões da campanha principal. O jogador também pode adquirir combos novos,
ataques mais fortes e melhorias para a barra de vida e de energia que é usada
nos ataques com a God Hand.
A trama do jogo é bastante simples e não tem muito
segredo, porém consegue ser divertida e envolvente. Se você, assim como eu,
possui um emulador de PS2 ou até mesmo possui seu PS2 intacto em casa, vale a
pena conferir este game.


PS: Zerei o game em japonês sem entender nada, e depois
fiquei chateado em descobrir que existia uma versão em inglês.

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