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Call of Duty aumenta o risco de desenvolver Alzheimer, e é por isso que eu jogo Battlefield

Ignorem
o título da matéria, eu sou codista. Mas enfim, uma Universidade em Montreal,
chamada Universidade de Montreal (quem diria) realizou diversos estudos em
alguns adolescentes que são fãs da franquia Call of Duty e também fizeram
comparações com garotos que não jogam Shooters (devem jogar LoL ou alguma coisa
assim).

O estudo era para entender a reação do cérebro ao realizar atividades motoras
que necessitavam de foco em um ponto fixo da tela, afim de comparar quais
seriam os efeitos caso o usuário seja exposto a longo prazo a atividade. Mas
como chegaram a conclusão de que poderia aumentar o risco de alguém contrair
Alzheimer? Muito simples (ou não):

Quando uma pessoa joga um game, como Call of Duty ou Assassin’s Creed (esse
principalmente, porque a história já é coisa de doido), ela é obrigada em
diversos momentos a ter seu foco centralizado em pontos especificos da tela,
enquanto o cérebro deve realizar diversos comandos sem perder o controle no
geral, afim de manter a estabilidade do racicionio. Conforme o jogador realiza
toda essa atividade, uma parte do cérebro que foi denominada “Núcleo
Caudado” perde sua massa cinzenta que consequentemente está ligada ao
hipocampo. Veja a imagem do Núcleo Caudado abaixo (porque a GCB Games também é
cultura):
Com
a perda de massa cinzenta do hipocampo, o cérebro se torna mais sucetivel a ter
problemas de memória, aprendizado e até mesmo controle das emoções, o que pode
a longo prazo levar a distúrbios psicológios e demência (e as vezes fazer você
tatuar o Neymar ou o MC Brinquedo no seu corpo). Apesar dos fatos comprovados,
não necessariamente as pessoas devem parar de jogar videogame, já que ele
também é considerado uma das maiores fontes de aprendizado (hoje em dia eu sei
inglês fluente graças ao meu PS1), mas é sempre bom ter aquela consciência de
que não dá pra ficar sempre mofando em casa só de frente para a televisão ou
computador.


Fonte: Telegraph