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Conheça Splinter Cell: Blacklist

Splinter Cell: Blacklist é um game em 3ª pessoa do gênero
stealth
, produzido e distribuído pela Ubisoft e lançado em 2013. Como é de
costume nos games da franquia, Blacklist tem um caráter muito nacionalista. O
enredo se passa em torno de uma série de ataques terroristas por um grupo
autointitulado Os Engenheiros, que dão um ultimato aos EUA dizendo que se o
país não retirar toda a sua tropa de outros países sob sua influência militar,
outros ataques vão acontecer, e é quando a equipe Fourth Echelon é enviada para
investigar e acabar com o plano dos Engenheiros. A narrativa do game é bem
envolvente e conta com personagens carismáticos no geral, mesmo não sendo muito
bem explorados.
A jogabilidade do game é o ponto de maior destaque.
Controlamos Sam Fisher (líder do esquadrão Echelon) que é o agente de campo do
esquadrão. Com ele podemos realizar diversos tipos de movimentos do gênero como
andar, correr, se agachar, andar agachado, pendurar em janelas, paredes, e
alguns locais no teto, além de poder usar vários equipamentos e golpes corpo a
corpo. Entre os equipamentos temos os mais variados possíveis, desde armas,
granadas, minas e até um drone.
O game, mesmo prevalecendo ser do gênero stealth, te da a
opção de jogar de dois modos: o Fantasma, que consiste em realizar as missões
em modo furtivo, sem disparar o alarme, alertar ou matar inimigos (podendo
passar despercebido ou imobilizar inimigos). Nesse modo é recomendado o uso de
armas não letais como armas de choque ou granada de gás sonífero; e o modo
Pantera em que você pode utilizar armas letais como metralhadoras,
submetralhadoras , rifles, granadas incendiárias, explosivas, dentre outros,
contudo algumas missões secundárias são obrigatórias no modo furtivo.
Durante o intervalo de cada missão, podemos interagir dentro
de um avião de guerra chamado Paladino. Além de conter uma grande tecnologia no
ramo da espionagem como acesso aos dados da CIA, NSA e FBI, o avião contem
sistemas de carceragem, uma área médica, dormitórios, depósitos, entre outros.
Dentro do Paladino a jogabilidade é limitada, podendo apenas andar, interagir
com os personagens, comprar armas, e escolher missões.
O jogo contem também o modo Co-op. Nesse caso podemos jogar
com Sam, e o segundo player, com o segundo agente de campo, cujo nome é Briggs.
A jogabilidade com Briggs é basicamente a mesma de Sam, e nesse modo podemos
ter acesso a outros locais no mapa que necessariamente precisaria de outro
jogador, para arrombar uma porta, ou subir em algum local mais alto.

Muitas das críticas
não só de Splinter Cell, mas de outras franquias como Hitman, é que games desse
gênero são enjoativos. De fato, é necessário ter paciência para conseguir
passar as missões sem grande dificuldade, e ao contrario do que é dito em
vários locais, o game não é difícil, o que falta, na maioria das vezes, é uma
capacidade de visualizar uma estratégia para passar uma determinada missão, já
que em sua maioria não é obrigatório o modo furtivo.